Manifesto

● Não se trata de revolucionar a escola nem a educação.

● Não se trata de criar algo que substitua o vazio que é toda a nossa

opinião sobre a escola, os seus métodos e a sua avaliação.

● Não se trata de colocar em causa o passado infeliz de muitas crianças

na instituição.

● Não se trata de cuspir no trabalho feito pelas pessoas que facilitaram

e facilitam a nossa "educação".

● A escola como a conhecemos irá continuar a existir.

● A educação como a conhecemos continuará a existir.

Aliás, precisamos que ela continue a existir. Para já, não há outra forma.

Não que já não existam modelos ou opções...

Mas nem o sistema político nem o sistema industrial/capital está preparado para que isso aconteça.

Aliás, responsabilizo erroneamente...

Nem os progenitores estão preparados para que isso aconteça. Desculpamo-nos que o atual sistema de educação foi criado especialmente na era industrial, com o intuito de as pessoas poderem fazer parte de uma cadeia industrial de produção em massa e controlo totalizado, e por isso tudo é compartimentado e preparado para o em massa, para criar também executores de tarefas — produzir repetição.


Como exemplo...

Todos os anos saem das universidades X engenheiros que tiveram acesso ao mesmo conteúdo programático, ao mesmo tipo de avaliação, ao mesmo tipo de desafios, etc.

Como se diz: "Vira porca, venha outra..."; E por isso os alunos precisam de um manual. Da mesma forma que uma máquina industrial precisa de um manual. Os alunos não fazem mais nada do que seguir instruções.

Então, estes alunos são também "máquinas industriais".

Quanto mais máquina conseguirem ser, melhor será a sua recompensa.

A recompensa é a avaliação positiva. E assim, criamos repetidores.


O Sapiente é animado pelo propósito de

criar criadores

Trazer e dar luz a tudo o que se esqueceram de mencionar na instituição e na escola formal.

Dar espaço e facilitar movimento é essencial para um novo tipo de aprendizagem.

A Aprendizagem da criação.

É essa a intenção do Sapiente.


Não prometemos nada.

Não existem anos nem graus.

Sem certificados nem diplomas.

Não existe avaliação.

É arrojado e desconfortável o suficiente para sentirmos que poderá não fazer sentido, e que poderá colocar em causa todos os nossos pressupostos e preconceitos? Se sim, então estamos num bom caminho. Assim se faz criação. Assim já é.

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O que é que prometemos?

Nada. Não prometemos sonhos que se tornem pesadelos. Não queremos criar idealizações de fora para dentro que não têm impacto de dentro para fora. Entra e descobre.

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